sábado, março 24, 2007

O mês do outono

O mês de março é recheado de datas especiais. No dia primeiro é meu aniversário; completo 22 anos de idade. É uma festa dupla, pois além de trilhar caminhos novos, estou agora cursando o mestrado em Filosofia na Universidade Federal de Uberlândia. Um sonho se realizando a cada instante. Agradeço muito a Deus (sou filósofo cristão) por continuar sempre me abençoando, protegendo e iluminando meus passos. Faço tudo isso, primeiro por Ele e depois pelo mundo e pelas pessoas que eu amo. Agradeço a meus pais. Sem eles eu não estaria aqui. A família é muito importante na vida de todo adolecente que se torna adulto. Ela dá responsabilidade e exemplo para superarmos os obstáculos da sociedade. Agradeço aos meus amigos. Pessoas que a gente conhece e ama ao longo dessa caminhada terrena. Sem eles seria difícil desabafar as preocupações que pesam nas costas da gente. Por fim, estendo meus agradecimentos ao mundo! Tenho esperança que um dia chegaremos a um mundo melhor, sem desigualdades.
O mês de março é dedicado a mulher. Um ser que é vida, que leva vida, que transmite vida. Como pode ainda existir homens que as maltratam, que as desprezam. É um absurdo acontecer violência contra o ser que gera vida. Amo as mulheres. São especiais. Nós homens precisamos delas mais do que nunca. São companheiras valiosas. Parabéns mulheres!
Estas são minhas palavras para abrir o mês de março. Um mês especial para mim!
Viva o outono.........

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

O povo brasileiro anda refletindo sobre a questão da maioridade penal. Esse assunto tomou a pauta de discussão depois de uma série de crimes envolvendo menores. Um deles, o que mais causou revolta foi a morte do menino João Helho no Rio de Janeiro, por assaltantes de carro que arrastaram seu corpo por horas. Havia um menor junto aos bandidos. A pergunta crusial é: será que esse menor tinha consciência dos atos que praticou? Por que ele se envolveu nesse crime?

terça-feira, fevereiro 06, 2007

O que é a Felicidade? Parte 2

Grande dilema esse que resolvi me atirar. O sentido da Felicidade. A preocupação maior que tenho é se aceito ou não o fato de que ela só pode ser conquistada de uma maneira integral em outro plano, em outra realidade. Pois, percebi que aqui só encontro momentos de alegria, coisas que dão certo e elevam nosso humor, mas, às vezes, existem momentos de angústia e nada parece funcionar corretamente.
Levando em consideração tais fatos, estou quase convencido de que vivemos é de momentos felizes, e não de algo completo. Infelizmente sofro muito com isso. Crio expectativas sobre algo que em um momento está bem e depois noutro momento piora. Ah! É algo terrível sentir essa sensação. Vou me entregar aos fatos. Tentar encontrar uma solução. Investigar mais profundamente o meu ser.
A felicidade! Terei que conquistá-la aos pouquinhos. Juntar os pedaços e experimentar por instantes o prazer que ela me proporcionará. Agora, quando terei ela por completo!? Só o destino para responder essa questão. Por hora, vou me ater a essas reflexões e se algo novo encontrar, com certeza serei feliz.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

O que é a Felicidade?

Não tenho uma resposta pronta para essa pergunta. É muito difícil responder uma questão tão complicada como essa. Nossa sociedade tem um jeito totalmente diferente de entender a felicidade. Para alguns é dinheiro, para outros uma vida tranquila, outros, um amor verdadeiro, e assim, as explicações vão tomando a forma de desejos pessoais, que universalizados, não expressão a vontade geral. Se a felicidade é um desejo de todo o homem, seu significado deve ser o desejo de todo o homem.
Muitos filósofos buscaram encontrar essa resposta. Se o homem busca a felicidade, que meios ele deve utilizar para isso? Aristóteles encontra resposta na moral, Agostinho e Santo Tomas em Deus e daí vão surgindo inúmeras tentativas de encontrar a felicidade. O que será? Satisfação, dever, depois da morte?

terça-feira, janeiro 30, 2007

A festa da Carne


A festa mais tradicional do nosso país está chegando! É o CARNAVAL.

Depois do futebol, o carnaval é o evento mais freqüentado pelos brasileiros e estrangeiros. Realmente é imperdível não participar de tamanha alegria que envolve todas as pessoas que gostam do carnaval. Mas hoje, a festa que vemos pela televisão não representa mais a tradicional festa que havia nas ruas das cidades. Um carnaval em que as pessoas se fantasiavam como queriam e saiam para as praças para se divertirem com os vizinhos.

O carnaval que a maioria dos brasileiros procuram é aquele das arquibancadas onde se possa ver o desfile das escolas de samba com mulheres quase nuas. Um carnaval de status social, onde o rico tem lugar privilegiado e o pobre tem que permanecer com os seus na chuva (quando chove claro!). Pois, o que interessa é a diversão proporcionada pela dinheiro e não a significação cultural.

O carnaval de rua possui um significado cultural muito importante. É no momento de fantasias que os papeis sociais podem ser superados. Em dias normais, o patrão é patrão e a empregada, empregada. No carnaval, a empregada vira rainha e o patrão se fantasia com aquilo que inconscientemente gostaria de ser, mas que na vida real não é possível. Assim, o carnaval popular proporcional certa mudança de classe. Pelo menos, uma vez no ano os pobres não se sentem oprimidos!

Agora, o carnaval que existe nas grandes cidades é voltado para o entretenimento e o consumismo. Quem tem dinheiro se diverte, quem não tem observa! Isso significa que o capitalismo, quanto mais avança, mais homogenisa a cultura. Um perigo que temos que estar atentos, para não perdermos nossa identidade!

Minha Filosofia é

um site de reflexão sobre vários assuntos. Seu objetivo é levantar debates e questionamentos acerca dos acontecimentos contemporâneos. Sugestões e comentários são bem-vindos.


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